quinta-feira, 5 de abril de 2012

Lobos



lobo Tudo sobre Lobos (Canis lupus): Espécies, Habitat, Reprodução, Fotos
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……………Lobo de nome científico Canis lupus é um membro da família da família canidae que teria surgido a cerca de 300 mil anos atrás. Ele sobreviveu a Era do Gelo e hoje é considerado o maior membro selvagem da família dos cães. Estudos mostram que o lobo tem um ancestral comum com o cão doméstico embora não se saiba ao certo quantas subespécies ele possua.
……………A espécie não costuma se adaptar muito bem a presença humana embora não sejam poucos os casos de pessoas que têm uma boa relação com os animais. Eles geralmente estão no topo da cadeia alimentar de seu habitat que é: montanhas, desertos, florestas de clima temperado e campos.
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lobo briga Tudo sobre Lobos (Canis lupus): Espécies, Habitat, Reprodução, Fotos.
lobo uivando1 Tudo sobre Lobos (Canis lupus): Espécies, Habitat, Reprodução, Fotos.
lobo na neve Tudo sobre Lobos (Canis lupus): Espécies, Habitat, Reprodução, Fotos
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……………Apesar do dilema quanto ao número de subespécies, o lobo possui três espécies oficiais: o lobo cinzento, o lobo vermelho e o lobo da etiópia. A anatomia desses lobos tem pequenas variações que dependem dos costumes e principalmente da localização geográfica.
……………altura dos lobos, quando medida a partir do ombro, varia de 60 cm a 95 cm. O pesofica entre 25 kg e 38 kg embora algumas espécies encontradas na região do Canadá pesavam até 77 Kg. Seus volumosos pelos são divididos em duas camadas que exercem funções diferentes e os mantém abrigados no frio.
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esqueleto do lobo Tudo sobre Lobos (Canis lupus): Espécies, Habitat, Reprodução, Fotos
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……………coloração dos lobos varia mas os tons mais comuns de pelagem são: cinza, vermelho, branco, marrom e preto. Com um olfato relativamente fraco, os sentidos dos lobos são compensados pela apurada audição e pela boa visão noturna.
……………Sua reprodução costuma ocorrer entre os meses de janeiro e abril. O período de gestação da fêmea dura em média 62 dias e dá origem a uma ninhada de 6 filhotes. Esses filhotes são completamente dependentes da mãe.

Passaros


Os passarinhos, ou no termo técnico passerídeos são aves da ordem Passeriformes. Este é um dos grupos de animais mais numerosos que existem, além do grande numero de aves, a diversidade também é grande, já que são quase que 5400 espécies diferentes de aves somente dessa ordem, ou seja, somente que podem ser classificadas como passarinhos. Isso é quase que metade do total de aves classificadas no mundo inteiro.
Os passarinhos também podem ser classificados como animais domésticos. Apesar de opiniões divergentes, os passarinhos podem ser criados dentro das casas, em pequenas gaiolas. Há até mesmo quem crie os passarinhos para competições de canto.
O passarinho tem características peculiares. Eles têm quatro dedos que ficam no mesmo nível um dos outros. Três deles são voltados para frente e apenas um para trás. Eles não possuem membranas interdigitais. As suas penas são divididas em regiões: nove a dez chamadas de remiges primárias e doze chamadas de rectrizes. Os passarinhos nascem depois de um período no ovo e requerem cuidados específicos e atenção dobrada por algumas semanas, dependendo da espécie.

Cuidados com os passarinhos

Por estarem na lista de aves domésticas mais populares, os passarinhos requerem cuidados especiais, tanto na hora de escolher o passarinho, quanto no tratamento do mesmo, já que cada tipo de passarinho necessita de um cuidado especial e próprio.
Os pássaros pequenos, como os canários ou periquitos precisam de cuidados também pequenos. A regra para os passarinhos é basicamente esta: quanto maior o pássaro, maiores são os cuidados; quanto menor o passarinho, menor são os cuidados.
Outro fator importante na hora da escolha do passarinho é saber o tipo da casa que a pessoa vai abrigar o animal. Se a casa for ampla, com espaço para o pássaro  tomar sol e não ficar somente no mesmo local, pode-se até mesmo pensar em um passarinho de grande porte. Se o local for pequeno e o dono não terá tempo para os cuidados, é preferível comprar um passarinho menor.
Uma dica é não comprar o passarinho canário entre os meses de julho e outubro já que este é o período que os canários trocam as penas e isso pode causar um trauma no passarinho, já que ele vai ter uma mudança drástica de ambiente e de rotina.
O papagaio também é um dos passaros preferidos de quem quer tê-los como animal de estimação. O problema é que quem compra um papagaio precisa estar preparado para uma relação para toda a vida, já que o animal pode viver muito mais do que o dono e eles são extremamente ligados e dependentes dos donos.
Os donos precisam ter muito cuidado quando forem pegar os passarinhos na mão. Os ossos desses animais são delicados e frágeis. A mais leve das pressões no ponto errado pode causar uma fratura que pode ser até fatal.
Alguns donos gostam de deixar os animais soltos dentro de casa. O perigo de deixar o passarinho andando pela casa é ele ir até a cozinha e acabar pousando em uma panela quente e se ferindo. Mas se os cômodos de liberdade para o passarinho forem fora de perigo, não há problema algum em deixar o animal circular livremente pela casa.
Caso o dono perceba que o passarinho esteja respirando com o bico aberto, é bom procurar um veterinário. Isso é sinal de que ele está doente e alguma coisa não vai bem. Aliás, a ida ao veterinário é ideal para se certificar que o pássaro é sadio e não precisa de cuidados específicos.

Dicas importantes para pais que querem criar passarinhos em casa:

1- Procure comprar o passarinho numa petshop que lhe dará todas as orientações necessárias;
2- Não compre aves exóticas;
3- Informe-se sobre os hábitos alimentares do passarinho, quantidade de água que pode ser dada diariamente, etc.
4- Compre uma gaiola de qualidade e espaçosa;
5- Geralmente alguns tipos de passarinhos ou pássaros são vendidos em casal, ou seja o macho e a fêmea, informe-se também sobre os hábitos de acasalamento dos mesmos.
6- A higiene da gaiola é muito importante, a mesma deve ser limpa diariamente, geralmente deve-se forrar o chão da gaiola com jornal, além de ser lavada em água corrente pelo menos uma vez por semana. A Petshop pode lhe orientar sobre quais os produtos que podem ser utilizados para desinfecção da gaiola e utensilios utilizados pelos passarinhos;
7- Troque a água todos os dias e siga as orientações de alimentação correctamente;
8- Na fase de limpeza da gaiola, mantenha seu passarinho em outra gaiola fechada para que ele não fuja;
9- Deixe a gaiola num lugar calmo e longe de correntes de ar;
10- Quase sempre os passarinhos e pássaros podem tomar banho de sol logo pela manhã. Esteja atenta para que eles não fiquem expostos ao sol forte, pois algumas espécies podem morrer em poucas horas quando expostas ao sol forte.
11- Compre os acessórios para a gaiola como: comedouros, bebedouros, porta-vitaminas, banheiras, etc.
12- Cuide de seu passarinho ou pássaro com muito amor e carinho, ele não é diferente de um gato ou de um cão. Ele também pode adoecer, sente frio, calor, fome, sede, esteja atento para que ele seja cuidado com muito zêlo e amor.

                                

Morcegos


Controle da população de morcegos

Os morcegos hematófagos devem ser controlados, para que se evite a disseminação de doenças. Mas como reconhecer a presença de morcegos hematófagos? Um modo fácil de reconhecer um morcego "vampiro" é através do focinho, pois estes apresentam estruturas lembrando uma ferradura, atrás das narinas.

Geralmente os abrigos onde se escondem são locais frescos e escuros, onde podem ser encontradas fezes vermelhas ou escuras brilhantes, que misturadas à urina, exalam um forte odor de amônia. O mais eficiente quando se pensa em acabar com os morcegos seria a captura dos mesmos por pessoas treinadas e aplicação de pasta vampiricida à base de warfarina ou outro anticoagulante no dorso do animal, que volta ao abrigo e vai contaminar outros 20 morcegos (por causa do hábito de se lamberem), que morrem em poucas horas de hemorragia interna. Se a captura não for possível, a pasta deve ser aplicada ao redor das feridas provocadas pelos morcegos nos animais domésticos. Isso porque os morcegos têm o hábito de voltarem no mesmo indivíduo por noites seguidas.


Com a destruição das florestas, escasseia o alimento de algumas espécies, sendo problema ainda maior nas áreas mais urbanizadas, onde são reduzidos o número de árvores. Espera-se, então, que em certos momentos os frutos tornem-se raros. Como é costume o armazenamento de frutas na cozinha ou na área de serviço, é freqüentemente observada visita de morcegos frugívoros. Nem sempre o morcego é observado pelos moradores, no entanto, as marcas e fezes deixadas pelo animal, facilmente o identifica. Para evitar este problema, a solução mais simples é o armazenamento destes frutos no interior da geladeira, evitando que o morcego os localizem pelo odor. É possível que o morcego continue visitando até que encontre outra fonte de alimento.
Em áreas urbanizadas, ocorrem espécies nectarívoras, isto é, que nutrem-se dos néctar secretado pelas flores, de maneira similar aos beija-flores. Este morcego é extremamente importante para a reprodução de numerosas plantas, como o agave, unha-de-vaca, maracujá-da-praia, entre outras, complementando sua dieta com frutas e insetos. Como as aves, durante o dia, este morcego também é atraído pela solução açucarada oferecida aos beija-flores e acostuma-se em curto período a visitar as residências que a oferecem. Apesar de inofensiva, para evitar esta visita, o método mais simples é o recolhimento dos bebedouros antes do crepúsculo.
A entrada de morcegos de em residências é muito comum e acontece por vários motivos:
· Busca de alimento
· Busca de água
· Filhotes aprendendo a voar
· Morcegos doentes
· Busca de abrigo.
É grande o número de árvores utilizadas no paisagismo urbano. Quando frutificam, estas árvores são visitadas por um número considerável de animais, principalmente as aves de dia e os morcegos à noite. É o caso das figueiras, bananeiras, embaúbas, jameleiros, goiabeiras, mamoeiros, sapotizeiros, cajazeiros, oitizeiros, amendoeiras-da-praia, etc. As residências próximas recebem, eventualmente, alguns morcegos desorientados.
Existem árvores que apresentam curto período de frutificação e outras com período mais longos, chegando a produzir frutos durante o ano todo. No primeiro caso, nota-se o incremento do número de encontros com morcegos em certas épocas do ano, problema que se soluciona após curto período.
No segundo, a solução mais viável é o fechamento do acesso. É importante lembrar que o extermínio dos morcegos nada resolverá, pois outros continuarão a visitar a árvore. Várias vezes ouvimos de moradores incomodados, que o uso de telas de nylon (tipo mosquiteiro) resultaria em perda de iluminação, além de ser método oneroso se a área for extensa. Método mais barato, que não impede a luz nem o vento, é a utilização de redes de nylon para pesca.
Os morcegos frugívoros visitam várias árvores a cada noite, percorrendo extensas áreas nas primeiras horas após o crepúsculo. A cada visita arrancam da árvore o fruto (ou parte deste) e o carregam para outro local, onde irão ingeri-lo. Evitam com isso predadores que também possam ser atraídos por frutas, como os gambás, e a interferência de outros morcegos. Para a ingestão dos frutos os morcegos escolhem locais calmos, pouco distante da árvore em frutificação. Por vezes detectamos o uso de parte da residência para isso, evidenciado pelo acúmulo de fezes, restos de fruto ou sementes.
Os morcegos evitam lugares iluminados ou com ruídos. Na grande maioria dos casos, podemos evitá-los mantendo a luz acessa ou ligando um rádio por alguns dias consecutivos. Os morcegos apresentam estritamente atividade noturna, geralmente iniciando seus vôos durante o crepúsculo. Necessitam durante o dia repousar em locais calmos. Vários locais de residências humanas podem ser utilizados para tal fim, além das árvores do quintal.
Em locais próximos a estes refúgios podem ser observadas entradas eventuais de morcegos. Para evitar esse inconveniente pode-se impedir a entrada com telas de nylon ou redes. Caso seja necessária a remoção dos morcegos refugiados, método pouco oneroso é utilizar-se bandeirolas de plástico amarradas a pequeno intervalo em cordel cercando todo refúgio. Na grande maioria das vezes os morcegos mudam-se devido à dificuldade de deslocar-se entre as bandeirolas.
Jamais toque um morcego com as mãos. Ele poderá mordê-lo, independente do tamanho que apresentar. Apague as luzes do lugar onde o morcego entrou, abra todas as janelas ou portas para facilitar sua fuga. Lembre-se que o animal está tão surpreso você.

Ovelhas

                                             

ovelha é um mamífero quadrúpede e herbívoro que pertence à família Bovidae e à ordem Artiodactyla. O carneiro é o macho da ovelha, seu filhote recebe o nome de cordeiro. As ovelhas domesticadas estão presentes em quase todos os países, mas as selvagens vivem em áreas restritas, exemplos disto é o carneiro selvagem da América do Norte, chamado de Bighorn. Acredita-se que as ovelhas foram domesticadas há 11.000 anos, na região que, hoje, é conhecida como Iraque.
As ovelhas são animais gregários, sensíveis e inteligentes. Segundo estudo recente divulgado pela revista Nature, as ovelhas são capazes de distinguir diferentes expressões da face de outros integrantes do rebanho, bem como identificar até 50 componentes do grupo e lembrar-se de acontecimentos ocorridos há dois anos. Outro estudo, realizado na universidade de Bristol (localizada na Inglaterra), evidenciou que estes animais expressam emoções de forma visível, quando estressadas, por exemplo, mostram sinais de depressão, da mesma forma que os seres humanos.
As ovelhas são animais ungulados, quer dizer, animais cujas patas terminam em cascos. Trata-se de animais ruminantesque carecem de incisivos superiores e possuem um estômago formado por 4 câmaras. Seus chifres são permanentes, sendo que, os dos machos são robustos, curvados e em espiral e os das fêmeas são curtos e menos curvados. O focinho da ovelha é estreito e comprido, o comprimento do seu corpo é de 1,5 m, o rabo é curto e seu peso oscila de 75 a 200 kg. Na natureza são bastante ágeis e bem adaptadas ao lugar que habitam.
Geralmente a fêmea dá à luz a um filhote (número que pode chegar a 3) depois de uma gestação de 150 dias. A expectativa de vida deste animal é de 20 anos.
As ovelhas domésticas têm desempenhado um papel fundamental para a espécie humana, que utiliza sua lã para fazer roupas e até mesmo tapetes. A carne, seja de animais adultos ou de filhotes, é amplamente consumida, bem como seu leite e os diversos tipos de queijos feitos com ele. Através de seleção artificial, foram obtidas mais de 800 raças de ovelhas domésticas que ocupam as mais diferentes regiões: desde desertos até áreas tropicais úmidas.
As raças criadas para o consumo de sua carne são: Hampshire, Columbia, Texel e Suffolk. Para a obtenção de lã são criadas as seguintes raças: Rambouillet, Romney, Merino, Lincoln e Herdwick. Há raças que fornecem carne e lã, exemplo disso são a Corriedale e a Coopworth.

                                            

Gato





. .. . Briga de gatos 

A agressão de causa territorialista é muito comum entre gatos que têm uma vida semi-domiciliar e aqueles que vivem em casas com muitos gatos. Eu mesma tenho que “rebolar” para fazer do meu lar habitável para mim e meus quatro gatos.

foto: giane portal / fofurasfelinas

Moro em um apartamento de dois quartos, sala, cozinha e varanda, e cada cômodo desses é um território diferente para eles. Eles são o Panda, a Sushi, a Maria Gadú e a AK47.

Todos os meus gatos são castrados, então o macho não costuma bater nas meninas por causa do território. Ele briga com os gatos dos vizinhos que rondam o prédio. O Panda e a Sushi não costumam brigar entre si, pois eles são irmãos e foram adotados juntos quando filhotes. Às vezes o Panda e a Gadú se pegam, a gente acha que estão brincando mas eles rolam pelo chão, se mordem.

Quando o gato tem uma interação amigável com outro eles dormem juntos, se lambem, se esfregam, o que é bem longe do que o que eu vejo aqui em casa. A Sushi geralmente não acorda nem para brigar então ela se dá bem com todos. Mas o meu maior problema é a AK47. Ela é extremamente medrosa, sempre fica no alto, longe dos outros, afastada. Quando ela desce para o quintal, ela sai do meu quarto e atravessa a casa correndo. Na volta é do mesmo jeito. Ela não tem outro território na casa que não o meu quarto. Para deixar tudo organizado para que ela fique à vontade, eu coloquei uma caixa de areia, comedouro e bebedouro no meu quarto e, apesar de ser visitado pelos outros gatos, ela não parece se importar muito. Passa o dia inteiro na minha cama, se eu deixo uma gaveta aberta ela tira tudo de dentro, se eu deixo a sapateira aberta ela coloca todos os meus chinelos em cima da cama para brincar e até deixa a minha cadela deitar na cama com ela, mas com uma certa distância.


Infelizmente, nem toda dinâmica entre gatos consegue ser bem controlada, mas vivendo no limite, como é aqui em casa e, por vezes, nós recebemos gatos vítimas de agressões.

A mordida do gato apresenta uma característica inerente à espécie, que gera problemas sérios. Pelo fato de serem dentes finos, eles agem como agulhas, fazendo uma ferida pequena mas profunda. A pele tende a cicatrizar rapidamente, fechando a ferida e deixando as bactérias implantadas lá no fundo terem um ambiente ótimo para crescimento, com alimento, boa temperatura e umidade. Quando a mordida se dá em regiões aonde a pele é mais solta, como pescoço, dorso, abdômen, cabeça, pode desenvolver um abcesso, observando um inchaço e, se não for cirurgicamente puncionado e drenado, ele vai formar uma fístula e drenar, e aí sim chega o proprietário em completo desespero às vias de um AVC no consultório.





Quando a mordida se dá em regiões onde a pele é mais aderida à musculatura, como na extremidade dos membros, pode não se desenvolver um abscesso, e sim uma celulite, que é uma inflamação séria da células adiposas.


Os tratamentos incluem remoção do abscesso e uso de antibióticos.

Os locais mais frequentemente atingidos estão descritos na figura abaixo: 







Vacas


                                                                    

A vaca é talvez o animal mais representativo da quinta. É também aquele que, por norma, mais interesse desperta.

Utilização
Os agricultores que criam vacas fazem-no com duas intenções, produzir leite e, posteriormente, aproveitar os animais para a produção de carne.

Raças
Os melhores machos são aproveitados para reprodutores, os restantes são enviados para abate.
Em Portugal, há raças de vacas quase estritamente leiteiras, casos da Turina e da Frísia, e outras que são criadas fundamentalmente para abate e produção de carne, como as raças Mertolenga, Alentejana, Charolesa, Barrosã, entre outras, já que a qualidade da carne e os níveis de segurança destas raças em relação a doenças graves são elevados.

Existem ainda algumas raças autóctones que se encontram em perigo de extinção, por isso o governo Português tem dado subsídios para tentar manter essas raças com exemplares suficientes para evitar esse risco.

Como vivem
As vacas vivem geralmente num local que se chama vacaria, aqui dormem e comem o feno e as rações. 
Na hora da ordenha, também é neste espaço, ou noutro imediatamente contíguo, que esta operação é realizada.

A vaca é um mamífero com úbere, que tem quatro tetas, por aí é extraído o leite. Actualmente, quase toda a ordenha é feita mecanicamente, embora algumas pessoas, as que têm poucas cabeças de gado, o façam geralmente da forma tradicional, à mão.

Durante o dia, se estiver bom tempo, as vacas vão até ao pasto, para tranquilamente pastarem alguma erva e fazerem um pouco de exercício.

Estômago
As vacas são ruminantes, o que significa que têm um estômago com quatro cavidades. Numa primeira fase, a vaca come sem mastigar e toda essa comida é enviada para uma cavidade própria. Passadas algumas horas, essa comida é regurgitada para a boca da vaca, onde é então lentamente mastigada e novamente engolida, para então, sim, ser feita a digestão.

Gestação
O tempo de gestação das vacas é de nove meses. Ao fim desse tempo nasce uma cria, a que se chama vitelo ou bezerro. 
À semelhança do que acontece com os humanos, podem acontecer nascimentos múltiplos, mas não é o mais comum.

O estrume produzido pelas vacas é um bom fertilizante e pode ainda vir a ser utilizado como fonte de combustível, no futuro, estudos recentes apontam nesse sentido!

Produção
Uma vaca produz, em média, 20 L de leite por dia, havendo animais de raças de grande qualidade, que podem dar até 30 L.

Longevidade
Uma vaca pode viver cerca de 15 anos e pesar 600 kg.

Cachorro


10 coisas que você não sabia sobre cachorrosQue eles são os melhores amigos do homem, você sabia. Mas os cachorros também são “um mundo à parte”. Protagonistas de filmes, motivo de estudos, e não só companheiros, mas muito úteis aos homens, os cães tem segredos que alguns dos mais apaixonados pelos bichos nem desconfiam. Você pode achar que conhece bem o seu cãozinho, mas confira 10 fatos sobre ele que você talvez nunca tenha imaginado:

10) OS CÃES PEGAM NOSSAS DOENÇAS
                                                      
Nós podemos ser diferentes dos cachorros de várias maneiras, mas na doença, não. Os cachorros pegam versões caninas de distúrbios humanos raros, como doenças no cérebro que levam à incapacidade de caminhar ou controlar seus músculos. Também, todo ano, cerca de 6 milhões de cães são diagnosticados com câncer. E, apesar de ficar doente não ser bom para ninguém, existe um benefício de ambas as espécies pegarem as mesmas doenças. Testes e pesquisas são mais fáceis de serem executados em animais, dando aos médicos um modelo da doença humana, e, ao cachorro, mais chances de cura – se uma doença acontece nos humanos, as chances de serem feitas pesquisas sobre ela são maiores.
9) OS CÃES PODEM SENTIR/CHEIRAR AS NOSSAS DOENÇAS
                                                       
Cães estão sendo cada vez mais utilizados como animais de serviço para pessoas com diabetes, cuja saúde pode ser prejudicada quando o açúcar de seu sangue oscila. Cães especialmente treinados podem detectar o odor destas mudanças (doce para açúcar elevado no sangue, ácido para açúcar baixo) e alertar os seus proprietários antes mesmo deles sentirem os sintomas. E não é só quem tem diabetes que pode se beneficiar de um cãozinho. Se você tem câncer ou epilepsia, seu cão pode ser o primeiro a saber. Parece que os cães podem ser treinados para farejar câncer de pulmão, mama, pele, bexiga e próstata. Pesquisadores suspeitam que eles sentem cheiros extremamente fracos liberados por células anormais. Também dizem que um cão pode prever um ataque epiléptico 45 minutos antes do seu início. O fato é que ninguém sabe o que os cães conseguem captar, mas as teorias vão de um cheiro desconhecido a sutis mudanças de comportamento.
8 ) OS CÃES SÃO CAPAZES DE “PENSAR”
                                                        
Segundo pesquisas, os cães podem ser tão inteligentes quanto crianças de dois anos. As cinco raças mais inteligentes são o border collie (sendo que alguns membros da raça são capazes de entender até 200 palavras), os poodles, os pastores alemães, o golden retriever e os dobermans. A raça mais popular da América, o labrador, alcança o número sete da categoria. As raças mais antigas, como cães de caça, buldogues e beagles, estão entre os alunos mais “lentos” do mundo canino. Ao contrário das raças mais recentes, que são projetadas para serem companheiras e sociáveis, as raças de cão mais velhas foram criadas para farejar e caçar, o que pode ter lhes dado mais músculos do que cérebro.
7) É RARO, MAS OS CÃES PODEM NOS DEIXAR DOENTES
                                                      
Os cães podem transportar doenças que prejudicam os seres humanos. Raiva, uma doença neurológica fatal, é a mais famosa. Hoje existem vacinas, exigidas por lei na maioria dos estados, que podem interromper sua disseminação. Em alguns casos, alimentos para cães podem causar intoxicação alimentar em humanos, devido à contaminação pela bactéria Salmonella. Há também um estudo que descobriu que o homem pode contrair o parasita nematóide Toxocara canis apenas por afagar a pele de cães infectados. A lombriga, que cresce nos intestinos de cães, pode crescer na parte de trás do olho em seres humanos, causando cegueira. Elas podem também fixar residência no fígado e nos pulmões humanos. Tais infecções em humanos são raras, e cuidados veterinários adequados podem garantir que os cães fiquem livres delas. Ainda assim, os veterinários dizem que higiene é importante para proprietários de cães. Todos devem lavar as mãos antes das refeições ou depois de fazer carinho no seu animal.
6) OS CÃES SENTEM INVEJA
                                                              
Não, isso não é um sentimento apenas humano. Cães sabem quando não estão recebendo um tratamento justo. Um estudo de 2008 concluiu que quando os cachorros viam outros cães recebendo recompensa por um truque realizado, os cães que não ganharam recompensas tornaram-se agitados, arranhando-se e evitando o olhar dos cães recompensados. Eles também pararam de fazer o truque muito mais rápido do que se estivessem sozinhos e não obtivessem uma recompensa. Porém, eles continuam sendo criaturas melhores do que nós. A versão de ciúme dos cães não é tão sofisticada: os animais não pareciam se importar se os outros cães ganhavam salsicha e eles ganhavam apenas pão, e eles não se importavam se outro cão ganhava comida sem ter que fazer nada, enquanto eles tiveram que realizar truques para ganhar um lanche.
5) OS CÃES NÃO SENTEM CULPA
                                                             
Os olhinhos tristes que os cachorros dão quando são pegos fazendo algo errado não são um sinal de culpa, segundo pesquisadores. Eles apenas respondem à repreensão humana. Quando proprietários pensaram que seus animais tinham comido um lanchinho proibido e os repreenderam, os cães olharam pro dono com o olhar de “culpa”, independentemente de ter ou não realmente comido o lanche. Na verdade, os cães que foram injustamente acusados muitas vezes pareciam mais culpados do que os cães que realmente tinham comido o lanche. Ou seja, o olhar de coitado não deve ser encarado como uma confissão.
4) OS CÃES DÓCEIS VIVEM MAIS
                                                       
Os resultados de um estudo sugerem que, na formação de raças, quando os homens buscaram selecionar “personalidades caninas”, inadvertidamente tocaram em características ligadas ao metabolismo e a longevidade. Segundo pesquisas, raças de cães obedientes e dóceis vivem mais. O estudo comparou o uso de energia, as personalidades, as taxas de crescimento e a expectativa de vida de 56 raças de cães. Após controlar fatores como o tamanho do corpo, os pesquisadores descobriram que raças agressivas e corajosas tendem a viver menos. Eles cresceram mais rapidamente do que as raças obedientes, ávidas para agradar, mas também tiveram maiores necessidades de energia.
3) OS CÃES SÃO OS MAMÍFEROS MAIS DIVERSIFICADOS
                                                      
Os cães apresentam uma incrível diversidade na forma do corpo. Um estudo publicado em 2010 constatou que as diferenças entre os crânios de raças de cães são tão acentuadas como as diferenças entre espécies de mamíferos completamente distintas. Um crânio de Collie, por exemplo, é tão diferente de um crânio de Pequinês como o crânio de um gato é de uma morsa. Toda esta diversidade faz dos cães uma espécie ideal para estudar como os genes trabalham, permitindo que pesquisadores associem genes a determinadas características, por exemplo, o que faz um cão dócil ou bravo.
2) OS CÃES TÊM ÁRVORES GENEALÓGICAS
                                                          
O conhecimento dos cientistas sobre os genes dos cães tornou possível traçar a árvore genealógica canina. Em 2010, pesquisadores anunciaram que cães pequenos vêm de uma linhagem que surgiu no Oriente Médio. Chihuahuas, terriers e outras raças de cães pequenos partilham uma variante do gene de populações de lobo cinzento do Oriente Médio, o que indica que raças pequenas provavelmente foram domesticadas nessa área. As conclusões se encaixam com evidências arqueológicas de que o homem e os cães começaram sua amizade há 12.000 a 13.000 anos no Oriente Médio, onde cães têm sido encontrados em antigos cemitérios humanos, às vezes até enrolados no túmulo com seus donos.
1) SERIAM OS CÃES ÍCONES RELIGIOSOS OU PEÇAS DE INTERAÇÃO SOCIAL?
                                                         
Nos tempos antigos, cães tinham um papel espiritual. O cão de três cabeças, Cerberus, guardava o submundo no mito grego, ao passo que os embalsamadores egípcios antigos tiveram o deus Anubis como seu patrono. No folclore maia, os cães conduziam os falecidos à vida após a morte. No Nepal, o Festival de Outono de Tihar tinha um dia especial para honrar os cães com guirlandas de flores e alimentos.
Hoje em dia, os cães são vistos como animais de estimação sem valores religiosos. Porém, muitas pessoas possuem cachorros, e a maioria delas cuida deles como se fossem filhos. O melhor amigo do homem pode até mesmo lhe ajudar a ter mais amigos: um estudo de 2000 descobriu que andar com um cachorro pelo menos triplicou o número de interações sociais que uma pessoa teve. Os cães são realmente capazes de dar uma mãozinha nesse quesito: eles provocaram contato social positivo mesmo quando o animal olhou ferozmente para a outra pessoa, ou quando o proprietário estava vestido com roupas velhas e surradas. [LiveScience ]